{"id":2624,"date":"2019-06-16T11:22:22","date_gmt":"2019-06-16T14:22:22","guid":{"rendered":"https:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/?p=2624"},"modified":"2019-06-16T11:22:22","modified_gmt":"2019-06-16T14:22:22","slug":"web-para-todos-construindo-rampas-de-acesso-para-a-internet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/web-para-todos-construindo-rampas-de-acesso-para-a-internet\/","title":{"rendered":"Web para Todos: Construindo \u201crampas de acesso\u201d para a internet"},"content":{"rendered":"<hr \/>\n<p>\n\t<strong>S&atilde;o Paulo, junho de 2019<\/strong>&#8211; No mundo h&aacute; 1,3 bilh&atilde;o de pessoas com defici&ecirc;ncia. No Brasil, s&atilde;o mais de 45 milh&otilde;es. E grande parte dessa popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o consegue navegar na web devido a uma s&eacute;rie de barreiras tecnol&oacute;gicas. &Eacute; como se, no mundo f&iacute;sico, sumissem as rampas de acesso, as guias rebaixadas ou as placas em braile.\n<\/p>\n<p>\n\tUm site ou aplicativo desenvolvido sem acessibilidade est&aacute;, portanto, deixando de fora milh&otilde;es de usu&aacute;rios e visitantes em potencial &ndash; o que &eacute; ruim para essas pessoas e para o pr&oacute;prio servi&ccedil;o. O Movimento Web para Todos, presente &agrave;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.reatechbrasil.com.br\/\">Reatech<\/a>&#8211; Feira Internacional de Tecnologias em Reabilita&ccedil;&atilde;o, Inclus&atilde;o e Acessibilidade, foi criado para conscientizar as empresas sobre este problema.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;Corrigir estas falhas n&atilde;o &eacute; um processo complicado nem muito custoso. Falta apenas informa&ccedil;&atilde;o de parte dos profissionais que n&atilde;o est&atilde;o enxergando o enorme potencial de mercado dessa fatia da popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;, aponta.\n<\/p>\n<p>\n\tDurante a feira, o movimento est&aacute; promovendo testes, em tempo real, do n&iacute;vel de acessibilidade dos sites. Ele &eacute; bem r&aacute;pido e, ao fim, exibe as barreiras que est&atilde;o impedindo o acesso de pessoas com defici&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p>\n\tNa Reatech est&atilde;o presentes tamb&eacute;m empresas cujo objetivo &eacute; justamente solucionar este problema. O Sinal Link, por exemplo, diz que por meio de sua solu&ccedil;&atilde;o, &ldquo;simples, autom&aacute;tica e com Intelig&ecirc;ncia Artificial&rdquo;, consegue tornar um site acess&iacute;vel em apenas 30 minutos. Em linhas gerais, ela torna o portal customiz&aacute;vel: a pessoa, ao acess&aacute;-lo, pode aumentar o tamanho da fonte, inverter as cores ou substituir o mouse pelo teclado para a navega&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tOutra empresa, a HandTalk, falou sobre sua ferramenta em palestra realizada no primeiro dia da feira. Trata-se de um tradutor de sites. O usu&aacute;rio, ao clicar em um trecho, ver&aacute; o mascote 3D Hugo vertendo o texto para a L&iacute;ngua Brasileira de Sinais (Libras). Diversas organiza&ccedil;&otilde;es, como a Samsung, a Natura e a Prefeitura de S&atilde;o Paulo, j&aacute; adotaram a solu&ccedil;&atilde;o da HandTalk em seus portais.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Total autonomia ao cadeirante<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tA Cavenaghi, empresa que fabrica adapta&ccedil;&otilde;es em autom&oacute;veis para motoristas com algum tipo de limita&ccedil;&atilde;o, est&aacute; apresentando na Reatech 2019 uma modifica&ccedil;&atilde;o que garante total autonomia ao cadeirante.\n<\/p>\n<p>\n\tUma Ford EcoSport est&aacute; em exposi&ccedil;&atilde;o com os equipamentos que ainda est&atilde;o em fase de certifica&ccedil;&atilde;o. A exig&ecirc;ncia &eacute; que seja uma cadeira de rodas motorizada, segundo Michelli Miyai, gerente de Marketing da Cavenaghi.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tO ve&iacute;culo possui sistema autom&aacute;tico para abertura da porta traseira (porta-malas) acionado por controle remoto. Em seguida, uma rampa, tamb&eacute;m autom&aacute;tica, desce. Com os bancos traseiros rebatidos, o cadeirante sobe e se posiciona em frente ao volante, fecha a porta e sai com o carro sem a necessidade de nenhum aux&iacute;lio.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Kit Livre promove mais autonomia e liberdade para os competidores do circuito de RadCross&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;Fazer trilhas, descer escadas e me locomover no meio do mato s&oacute; foi poss&iacute;vel por causa do Kit Livre, pois me proporcionou romper as dificuldades de locomo&ccedil;&atilde;o&rdquo;, ressalta Pedro Henrique Amorim, participante do campeonato de RadCross para cadeirantes, que acontece durante a Reatech &#8211; Feira Internacional de Tecnologias em Reabilita&ccedil;&atilde;o, Inclus&atilde;o e Acessibilidade, nesse s&aacute;bado e domingo (15 e 16), no estande da LIVRE.&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tPedrinho, como &eacute; conhecido por todos, mora em Caraguatatuba e j&aacute; est&aacute; na sua 15&ordf;edi&ccedil;&atilde;o do campeonato, e por isso se enquadra na categoria profissional. &ldquo;Posso me considerar um pioneiro nessa modalidade, porque quando comecei a participar esse esporte ainda n&atilde;o era conhecido. Hoje sou o garoto propaganda da Kit Livre e eles me patrocinam em eventos de RadCross&rdquo;.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tValdir de Sousa Santos se inscreveu pela primeira vez na competi&ccedil;&atilde;o por causa do incentivo de amigos que j&aacute; praticam o esporte, e est&aacute; superanimado e empolgado com a disputa. &ldquo;Eu tenho um pouco de medo, mas os equipamentos de seguran&ccedil;a me ajudam a superar, al&eacute;m disso me d&atilde;o uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade&rdquo;, conclui.\n<\/p>\n<p>\n\tO RadCross &eacute; uma modalidade parecida com o Bike Trial, com a diferen&ccedil;a de ser com cadeiras de rodas. Organizado pela empresa LIVRE, marca especializada em desenvolvimento de equipamentos assistivos, o campeonato &eacute; um oferecimento do Kit Livre, equipamento motorizado que possui a fun&ccedil;&atilde;o de transformar a cadeira de rodas em um Triciclo Motorizado El&eacute;trico. O torneio &eacute; divido em duas categorias: profissionais e amadores.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>S&iacute;ndrome de Down requer nutri&ccedil;&atilde;o correta<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAlimenta&ccedil;&atilde;o natural e nutritiva &eacute; importante para a sa&uacute;de de todos, mas ainda mais significativa para as pessoas com S&iacute;ndrome de Down, cujo desenvolvimento intelectual pode ser potencializado pela comida. A an&aacute;lise &eacute; do pediatra e geneticista Zan Mustacchi, que falou ontem durante a Reashow, evento paralelo &agrave;&nbsp;<a href=\"https:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/\">16&ordf; Reatech&nbsp; &ndash; Feira Internacional de Tecnologias em Reabilita&ccedil;&atilde;o<\/a><a href=\"https:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/\">, Inclus&atilde;o e Acessibilidade<\/a>, que termina domingo (16), em S&atilde;o Paulo.\n<\/p>\n<p>\n\tConsiderado um dos maiores especialistas em S&iacute;ndrome de Down, tamb&eacute;m conhecida como trissomia 21, Mustacchi detalhou o funcionamento do organismo para exaltar os alimentos naturais. &ldquo;Quando eu ingiro produto natural, tenho potencial de 80% de absor&ccedil;&atilde;o, passivamente, sem consumo de energia. Por outro lado, produto sint&eacute;tico possui absor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima de 20%, mas gastando energia do corpo&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\tIsso, segundo o geneticista, se torna mais importante para pessoas com S&iacute;ndrome de Down que, pelas condi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas, t&ecirc;m consumo 50% maior de cobre e zinco, elementos que protegem as transmiss&otilde;es el&eacute;tricas do organismo, e sofrem com maior envelhecimento das c&eacute;lulas. &ldquo;Um processo qu&iacute;mico chamado mieliniza&ccedil;&atilde;o usa o cobre, que existe em quantidade reduzida em quem tem Down, para melhorar a transmiss&atilde;o dos est&iacute;mulos neurol&oacute;gicos. Quanto melhor &eacute; a mieliniza&ccedil;&atilde;o, maior e mais matura &eacute; a habilidade de aprendizado&rdquo;, garante Mustacchi. Por isso, de acordo com Zan, a dieta deve ser baseada em legumes, frutas, verduras, oleaginosas, derivados do leite, ovos e peixes, com pouca prote&iacute;na e pouco carboidrato.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Fotobiomodula&ccedil;&atilde;o: o uso de luzes para recuperar tecidos e inibir dores<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tA Reatech &#8211; Feira Internacional de Tecnologias em Reabilita&ccedil;&atilde;o deu espa&ccedil;o tamb&eacute;m a uma tend&ecirc;ncia da fisioterapia: a fotobiomodula&ccedil;&atilde;o. Este procedimento n&atilde;o chega a ser novo, mas sua ado&ccedil;&atilde;o e variedade de aplica&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m aumentado consideravelmente nos &uacute;ltimos anos.\n<\/p>\n<p>\n\tA fotobiomodula&ccedil;&atilde;o consiste da utiliza&ccedil;&atilde;o de aparelhos de laser ou leds em tecidos para obter respostas biol&oacute;gicas favor&aacute;veis. Voc&ecirc; pode desde estimular um tecido, acelerando um processo de cicatriza&ccedil;&atilde;o, a inibir uma rea&ccedil;&atilde;o, reduzindo determinada dor.\n<\/p>\n<p>\n\tQuem falou sobre o assunto, em palestra realizada no espa&ccedil;o Tecfisio, que congrega semin&aacute;rios de tecnologias avan&ccedil;adas em fisioterapia, foi a fisioterapeuta Adriana Schapochnik. Ela enfatizou, por exemplo, que tanto o led quanto o laser provocam efeitos semelhantes, mas s&atilde;o recomendados para diferentes situa&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;Para &aacute;reas grandes de aplica&ccedil;&atilde;o o led &eacute; mais recomendado, enquanto que o laser, por ter uma emiss&atilde;o pontual, &eacute; melhor para &aacute;reas menores&rdquo;, disse nesta sexta (14). &ldquo;Assim, voc&ecirc; otimiza o tempo do tratamento sem sacrificar o resultado&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\tAdriana, por fim, ainda pontuou que a fotobiomodula&ccedil;&atilde;o pode ser utilizada para patologias diversas e tem interface com outras &aacute;reas, como fonoaudiologia, odontologia ou medicina.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Servi&ccedil;o:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>16&ordf; Reatech&nbsp;2019<br \/>\n\tData<\/strong>: 13 a 16 de junho<br \/>\n\t<strong>Hor&aacute;rios<\/strong>:<br \/>\n\tDias 13 e 14, das 13h &agrave;s 20h,&nbsp;<br \/>\n\tDias 15 e 16, das 10h &agrave;s 19h<br \/>\n\t<strong>Local<\/strong>: S&atilde;o Paulo Expo Exhibition &amp; Convention Center<br \/>\n\t<a href=\"http:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/\" target=\"_blank\">http:\/\/reatechbrasil.com.br\/16\/<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Sobre a Cipa Fiera Milano<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tA Cipa Fiera Milano, filial brasileira da Fiera Milano, um dos maiores players de feiras e congressos do mundo que a cada ano atraem aproximadamente 30 mil expositores e mais de cinco milh&otilde;es de visitantes, tornou-se s&oacute;cio majorit&aacute;rio da Cipa do Brasil em 2011, dando origem &agrave; Cipa Fiera Milano. No Brasil, s&atilde;o realizadas nove feiras que representam os mais diversos segmentos da economia, como seguran&ccedil;a, energias limpas e sustent&aacute;veis, tubos e conex&otilde;es, cabos e fios, sa&uacute;de no trabalho, tratamento de superf&iacute;cies, esquadrias, tecnologias em reabilita&ccedil;&atilde;o, inclus&atilde;o e acessibilidade, entre outras. Entre as principais marcas do portf&oacute;lio est&atilde;o Exposec, Fisp, Fesqua, Ebrats, Ecoenergy e Reatech.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Informa&ccedil;&otilde;es para imprensa:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>2PR&Oacute; Comunica&ccedil;&atilde;o&nbsp;<\/strong><br \/>\n\tEmail equipe:&nbsp;<a href=\"mailto:fieramilano@2pro.com.br\">fieramilano@2pro.com.br<\/a><br \/>\n\tTeresa Silva &#8211; (11) 3030-9463 \/ 99228-7836<br \/>\n\tRen&ecirc; Gardim &ndash; (11) 3030-9422<br \/>\n\tF&aacute;dia Calandrini &ndash; (11) 3030-9402 \/ 21-98221-7401<br \/>\n\tRicardo Berezin &ndash; (11) 3030-9463<br \/>\n\tMyrian Vallone &#8211; (11) 3030-9404<br \/>\n\t<a href=\"http:\/\/\u200bwww.2pro.com.br\" target=\"_blank\">www.2pro.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&atilde;o Paulo, junho de 2019&#8211; No mundo h&aacute; 1,3 bilh&atilde;o de pessoas com defici&ecirc;ncia. 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